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Blue Light Serum

Author - Ignae

Infelizmente, os filtros ultravioleta do protetor solar não são tão eficazes para proteger nossa pele nestas faixas de comprimento de onda. Atualmente, sabe-se que a exposição da pele à luz azul gera radicais livres, danos no ADN e disfunção celular. Estas lesões podem levar ao aumento da produção de melanina, especialmente em tons de pele mais escuros e com tendência a desenvolver melasma, o que pode resultar no desenvolvimento ou agravamento de manchas escuras. Além disso, a luz azul pode induzir a degradação do colágeno e da elastina, componentes da pele que lhe proporcionam firmeza e elasticidade, reduzindo a produção e a reparação das fibras danificadas. 

Mas o que podemos dizer da luz azul emitida pelos nossos smartphones e laptops, com ecrãs LED? A investigação científica em torno deste tópico é ainda limitada. No entanto, não é expectável que essas fontes de luz azul tenham um impacto significativo na pele, especialmente quando comparadas à radiação solar, embora possam contribuir para o dano da pele de forma cumulativa. Globalmente, a luz azul apresenta uma contribuição relevante para o envelhecimento e pigmentação da pele. Por isso, é importante proteger a pele também contra essa faixa de radiação eletromagnética.

Na Ignae, levamos a luz azul muito a sério. Neste sentido, desenvolvemos a Blue Light Protection Sheet Mask e o Blue Light Protection Sheet Serum, cujas formulações se encontram enriquecidas com ingredientes antioxidantes, calmantes e regeneradores, podendo assim neutralizar os efeitos negativos da luz azul, ao mesmo tempo que estimulam os mecanismos de reparação celular.

O nosso Blue Light Serum 

Esta formulação é composta essencialmente por água termal do Vale das Furnas, nos Açores, rica em oligoelementos essenciais para o metabolismo celular como o zinco e o selénio. Para uma proteção eficaz contra a luz azul, aliámos os extratos de Inula helenium e Calendula officinalis, com ação antioxidante e estimulante das defesas da pele, bem como capacidade para a absorção da luz azul, reduzindo assim os efeitos negativos desta radiação por um mecanismo triplo. Além disso, a ectoína permite proteger a pele da radiação UV-A e da poluição, que comprovadamente exacerba os efeitos da luz solar [3]. Para potenciar o efeito protetor desta formulação, incluímos ainda o nosso complexo antioxidante patenteado com três ativos naturais encapsulados dos Açores: extrato de Criptomeria japonica, galato de epigalocatequina, do chá verde, e ficocianina, das cianobactérias que habitam as águas vulcânicas. E como uma pele saudável precisa de hidratação, o Blue light serum contém também quatro moléculas distintas de ácido hialurónico, com penetração profunda, média e baixa, além de pantenol e sumo de aloe vera, que reparam a barreira cutânea após a exposição ao sol.

Esta formulação é assim o complemento perfeito para sua proteção solar, face à luz azul e contra poluição e radicais livres. Pode usá-la todos os dias, aplicando nosso sérum, ou como máscara de tecido, para hidratação, proteção e reparação instantâneos, especialmente após a exposição solar.

O que é a luz azul?

A luz azul faz parte da radiação eletromagnética que é visível ao olho humano, e desempenha funções biológicas notáveis, por exemplo através da regulação do ritmo circadiano, o relógio biológico que equilibra os ciclos de sono e de alerta. Além disso, a luz azul tem sido utilizada com sucesso no tratamento de várias patologias cutâneas, sob supervisão médica.

No entanto, há alguns anos, emergiu a preocupação relativamente aos efeitos da luz azul, visto que a exposição acumulada a esta fonte de energia pode resultar em danos a longo prazo. O comprimento de onda da luz azul varia entre 400 e 500 nm, o que a torna menos energética que a radiação ultravioleta (UV), a principal responsável pelas queimaduras solares, produção de melanina e desenvolvimento do câncer de pele. Contudo, a luz azul e as radiações ultravioleta estão muito próximas no espectro eletromagnético, o que levou os cientistas a suspeitar que a luz azul também poderia ser danosa. E na verdade, apesar de não ser tão prejudicial, a luz azul tem uma maior capacidade para penetrar na superfície da pele, janelas e nuvens do que a radiação UV, alcançando as camadas mais profundas da pele durante todo o ano. 

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